A CANECA NA CABEÇA

Foi por pouco, foi assim um quase, um vixi. Eu não conheço bem as leis da física, nem sabia que canecas poderiam voar. Mas, voam. Movidas por um combustível extremamente inflamável que é a ira dessa menina. O dispositivo de acionamento é uma bobagem que eu diga. Então, a caneca voa entre a dimensão galáctica da cozinha, e passa raspando pela órbita da minha cabeça, por pouco ela não aterrissa. A lição que fica é: cuidado com o que diz, quando uma mulher está no comando de uma caneca de café. Fica a dica.

Fernando Fortuna

Publicitário, escritor, cineasta, músico. Pois bem, amante das artes e dos movimentos filosóficos da alma. Noite Literal é o meu quintal celestial. É neste espaço que pretendo trocar energias com você.

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